terça-feira, 23 de junho de 2009

ASTROFÍSICA E COSMOFÍSICA DA CRIAÇÃO.

O COSMO É UM PODER QUE CRIA A VIDA E DÁ ORIGEM PARA A PRODUÇÃO E AO SER.

Os gases que rodeiam a atmosfera de um planeta e é produzido pelo próprio planeta, através de suas interações físicas.

A energia se cria, ao surgir dos filamentos espaciais e em bolhas, e chegam a produzir a matéria estruturalizada e consistente, em luz, temperatura, partículas, astros, etc. A matéria se funde surgindo os elementos químicos dos leves até produzir os pesados e estáveis.

UNIVERSO DE CAUSA, EFEITO E ESSÊNCIA.

Somos parte do cosmo, e consistimos da matéria, juntamente com vitalidade e espiritualidade.

Enquanto o universo é um todo em atividade cósmica, se processando e criando novos horizontes para si mesmo, com fluxo e estruturas, como os elementos químicos com elétrons que pulsam criando um vai e vêm frenético em volta do núcleo.

Logo, o cosmo é vivo e se encontra em crescimento energético, pois há uma constante produção de novos horizontes dentro do mesmo.

O universo na verdade é um cosmo de processos físicos de energia e interações, criações, expansões, evolução, produção de energia, luz, radiação, temperatura, e partículas. Assim, se tem a origem, meio e fim, causa e efeito, produção, dinâmica, essência e novas criações. Assim, temos um universo infinito na origem, produção e transcendência.

Pois, o cosmo surge do espaço denso, sem altas temperaturas, de fora para dentro, do espaço para a matéria, se aglutinando, produzindo a energia, a matéria e as radiações, onde o efeito é a causa subsequente de novos fenômenos, dando margem ao processo de produção, origem de vários cosmos em vários estágios.

Ou seja, ele é uma criação regida por Deus e se unifica como único, pela mesma origem, mesma produção, e é a própria essência de ser.

Porém, vemos que o mesmo fenômeno que é a produção de energia produz a luz, temperatura, campos, partículas, energia, e astros, etc.

Onde a matéria é a energia e o espaço densificado, ou seja, pura energia de filamentos espaciais.

Enquanto as interações fisicas são energias em processo, porem tudo é espaço densificado, da matéria à energia, até aos astros.

Assim, o cosmo é energia em processos, a partir do espaço em filamentos densificado, onde tudo surge e se inter relaciona, pois o cosmo é um todo unificado em origem pelo espaço denso, produção pelas interações de energia, e essência pelo que são produzidas.

A luz é uma produção de interações físicas e energia, em micros fótons que se espalha no espaço, e aonde a luz se encontra temos energia, matéria, temperatura e campo fotõnico.

UNIDADE DE PARTÍCULAS.

As partículas são na verdade uma só essência e uma só produção e é energia concentrada solidificada. O que difere uma partícula da outra é a quantidade de concentração energética em um dado momento, onde uma passa a ter um comportamento diferente e com mais intensidade e variações do que a outra.

Porem todas é uma só coisa, que é energia solidificada a partir do espaço denso, com alta intensidade de energia, luz e temperatura, como também campo próprio e radiação própria.

Assim, as partículas são uma só, a luz é uma só, e os campos um só, o que diferem é na origem e na produção com maior ou menor intensidade, e todos os fenômenos decrescem em alcance e intensidade progressivamente conforme a energia que se encontra.

Uma fusão nuclear, uma produção de alta temperatura tanto produz luz, radiação, e campos.



UNIDADE DE CAMPOS.

Os campos dão uma aparência diferente, e o gravitacional quando é medido a uma certa distancia da sua origem, longe do núcleo, onde a ação de atração está um pouco mais forte, dando uma aparência de possuir só a atração, porem, possui atração e repulsão, só que é medido e testado longe da origem que a origem é no núcleo.

O campo gravitacional é finito em alcance e intensidade por isso que ele decresce progressivamente em intensidade e alcance.

Já foi exposto neste texto que os astros estão soltos no espaço, como um satélite artificial instalado que não se precipita em direção a Terra. Pois as órbitas e dinâmica dependem da radiação do astro impulsionador no caso o Sol, e com a densidade e diâmetro do astro.

Ou seja, de sua energia, e do afastamento progressivo em que se encontra.

Pois é possível calcular todos os fenômenos dos astros.

Assim, existe uma unidade total no universo em todos os fenômenos, a mesma origem, a mesma produção, e variando apenas em essências de ser, da energia passando pelas órbitas, até as dinâmicas. E novos astros e o cosmo como um todo.

[ver material já publicado na internet [ science graceli e astronomy graceli].



O QUE PRODUZ AS CARACTERÍSTICAS DOS CAMPOS.

Vê-se assim, que existe um só campo existente num cosmo de radiação, e o que difere um campo do outro é como e onde é produzido, e a distãncia da origem em que o mesmo é medido.

Se ele for medido longe da origem será fraco e de atração, pois já perdeu parte da ação de repulsão pela radiação. É o que dá uma aparência de que a gravitação é infinita.

Porem, já é confirmada neste texto, que a dinâmica e órbitas dos astros se deve a outros fatores, é como um satélite artificial onde todos estão soltos no espaço livre.

A repulsão vence a atração próxima do produtor do campo, principalmente porque a radiação e a temperatura estão mais intensas.

Já nos astros a medição é feita com imensa distancia da origem dos núcleos, onde os campos são produzidos.

Logo, se é medido próximo da origem se terá uma repulsão e uma atração, e longe da origem se terá só uma, que é a atração.

Assim, todos os campos são finitos, e de intensidade e alcance proporcional às intensidades de interações fisicas de produção interna de energia, e de energia em que são produzidas, como a luz, a temperatura e as radiações.

O campo não é produzido por partículas, mas sim, por interações fisicas de produção de energia que ocorre no interior das partículas, fóton, ou astro em que está sendo produzido.

Assim, os campos são um só inclusive o maior, o gravitacional, e o menor o fotõnico. Uma vez que o gravitacional é intenso no interior dos astros, e fraco onde é medido, que é fora na crosta ou na atmosfera dos astros, pois todos atraem e repelem, e possuem alcance finito.

A intensidade e alcance decrescem proporcionalmente. Sendo o gravitacional intenso por ser produto de milhões de fusões nucleares naturais no núcleo dos astros.

Assim, encontra-se a unidade total e geral dos fenômenos através da energia e interações físicas.


FLUXO CÓSMICO.

O universo é fluxonário por se contrair do espaço denso para a matéria, e se expandir da matéria por radiação e altas temperaturas e produzir novos astros com órbitas irregulares no próprio cosmo.

Vê-se também que no periélio, o que aumenta a aceleração e impulsiona o astro para frente é a energia e radiação do próprio astro. Pois recebe a radiação do Sol e esta radiação acelera os seus fenômenos interno.


CAMPOS

Assim, vê-se que os campos variam em intensidade, alcance e sentido, e a atração ou a repulsão é apenas conforme e onde estão sendo medidos, e a intensidade de produções por interações físicas e campos não estão relacionados com partículas, mas sim com potencial energético e de interações de energia.


OSCILATÓRIA QUÂNTICA.

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