terça-feira, 23 de junho de 2009

A GRANDE UNIFICAÇÃO GRACELIANA POR INTERAÇÕES FÍSICAS E PRODUÇÃO DE ENERGIA.

ENTRE A FÍSICA, QUÍMICA, ATMOSFERA E ATMOSFÍSICA, GEOFÍSICA, ASTRONOMIA E COSMOLOGIA. BIOLOGIA E PSICOLOGIA.

Que engloba a as interações de energia, a produção da matéria pelo espaço denso, fenômenos físicos, químicos, processos de produção dos elementos químicos, atmosfera, esferificação e astros e o cosmo com suas interações.

A vida se estrutura através de interações e produção de energia, que também produz a mente, a personalidade e o eu. A memória e o raciocínio.

GEOFÍSICA, ENERGETICIDADE, RADIAÇÃO, ATIVIDADES TECTÔNICAS E AQUECIMENTO GLOBAL.
GEOFÍSICA, GEOQUÍMICA, GEOLOGIA E GEOGRAFIA.

Autor . ANCELMO LUIZ GRACELI

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

ancelmoluizgraceli@hotmail.com

Rua Itabira n 5, Rosa da Penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.

Trabalho apresentado ao Brazilian Journal of Physics. SBFísica – Sociedade Brasileira de Física.

SECT. ES BRASIL. FAPES . Espírito Santo. Brasil.

Registrado na Biblioteca Nacional. Brasil.

Colaborador. Márcio Piter Rangel.

DO QUASE NADA TUDO PODE SURGIR – EXCETO DEUS. POIS É O ÚNICO ABSOLUTO.

A teoria da grande unificação engloba a origem, formato, desintegração, fluxos de novos astros, e sua dinâmica e órbita na mesma teoria.

Os astros não são atraídos, mas sim impulsionados para fora pela radiação.

ASTROFÍSICA E ASTROQUÍMICA.

A estrutura física e química da Terra é proveniente de suas interações físicas, fusões espontâneas, descaimentos de micro partículas, e do tempo de intensidade que estes fenômenos vêm se processando.

A Terra como outro astro ao produzir radiação em suas fusões nucleares também produz campo confinado, que consegue ser liberado para fora do astro.

Este campo mantém a vida nuclear, termodinâmica, dinâmica e de campos no interior do astro, mantendo o vai e vêm de interações nucleares e reposição de partículas através de fusões, fazendo com que os elementos químicos se fundem, e que os astros mantêm a sua temperatura interna e externa por bilhões de anos, dando condições ao surgimento da vida sobre a Terra.
Ou seja, a interação que produz a radiação também produz os elementos químicos e o campo no núcleo dos astros e da Terra.

Com isto mantém o interior do astro como uma grande e intensa caldeira térmica e confinada de fusões naturais e térmicas, com intensas radiações, alterando a estrutura interna e externa do astro, como também modificando a vida, a química e a física.

Fórmula da grande unificação graceliana.

GUG = IFPE = FD.

GUG = grande unificação graceliana.
IFPE = interações físicas e produção de energia.
FD = fenômenos diversos.

TEMPO DE EXISTÊNCIA DO PLANETA.

Deve-se ver o astro como um sistema de produção nuclear, e o tempo de vida do mesmo deve ser medido pelo seu arredondamento e achatamento e não através do carbono –14.

Pois o carbono – 14 é uma evolução da matéria, concluí-se que até chegar a se formar e se processar o carbono 14 houve muito tempo antes.

Assim, o tempo de vida do planeta chega ao limite do infinito. Pois um astro para se tornar esférico leva mais tempo ao ser fundido, como um elemento químico no interior do astro.

Assim, o interior dos astros é como uma caldeira confinada, onde a estabilidade térmica é processada e os elementos químicos começam a ser processados.

E a idade do astro deve ser medida através do seu processo de esfericidade e afastamento do primário.

A química do astro, a física, a forma estrutural, as variações internas e externas se devem a sua vida de interações físicas e de energia, de fusões e intensas temperaturas.

ATMOSFÍSICA.

A atmosfera é causa de interações de energia que ocorrem através das interações de energia do núcleo e crosta do globo, que impulsionam gases e radiações para a atmosfera, e estes gases e partículas pesadas que formam a atmosfera é um meio físico em intensa atividade de produção e interação de energia. Por isto que a atmosfera na verdade é uma atmosfísica.

E que possui pressão interna, em que os elétrons têm uma dinâmica com menor intensidade.

Produzindo e transformando energia, dinâmica dos gases e partículas. E órbita própria destes gases e partículas com dinâmica e inclinação.

SOBRE A ORIGEM DOS ASTROS.

Os astros se formaram a partir do espaço denso, e a partir de estrelas e secundários já formados. Pois a densidade dos astros é decrescente de dentro para fora, e isto prova e constata que os astros se formaram a partir de um processo lento, onde o centro levou mais tempo para se formar, pois possuem maior densidade e maior energia, como os átomos.

Isto é constatado que o núcleo é super denso e decrescem na densidade até a crosta, com os gases menos densos ao redor. Isto confirma e prova a teoria da origem e unidade cósmica por interações físicas e energia, ou seja, o universo.

E QUE OS ASTROS NÃO SE FORMARAM NUM SÓ MOMENTO NUMA GRANDE EXPLOSÃO, COMO TAMBÉM OS ELEMENTOS QUÍMICOS EVOLUEM CONFORME ESTÁGIOS DE INTENSA ENERGIA.

Se os astros fossem produtos de uma grande explosão eles possuiriam a mesma densidade, e vemos que a densidade decresce progressivamente de planeta após planeta, o mesmo acontece com satélites e cometas.

Pois no caso dos planetas, os mais próximos já receberam pouco material de radiação do sol, e este material já estava com menos energia, pois o sol já vem se desintegrando.

O outro ponto é que os planetas mais afastados têm mais tempo de desintegração, isto leva quase a um nivelamento de densidade.

Comprova-se que é um processo lento pela variação progressiva e decrescente da densidade interna de cada planeta, e também de um planeta em relação a outro mais afastado, e pelo formato esférico e densidade interna, diâmetro progressivo dos planetas conforme o seu afastamento.

POR ISSO SE COMPROVA QUE É UM PROCESSO LENTO E INFINITO NA ORIGEM E PARA O FUTURO.

Como não existiu uma grande explosão também não existe explosão de estrelas, e o que existe são intensas e enormes liberações de radiação, calor, e luz no espaço, proveniente de interações físicas e fusões nucleares no interior das estrelas.

A DINÂMICA, E ÓRBITA DOS ASTROS ESTÃO RELACIONADAS COM A SUA FORMAÇÃO DURANTE A origem e as interações físicas de fusões e o processamento de energia. Logo, a dinâmica e órbita se devem a própria energia mais a impulsão pela radiação.

Se a gravitação aumenta-se a dinâmica ela não travaria, porém diminui qualquer dinâmica sobre ela, pois o que aumenta a dinâmica é a radiação expelida do astro e não uma ação de atração.

A GRAVITAÇÃO É UM FREIO E NÃO UM ACELERADOR.

Uma pessoa que pula sobre a crosta da Lua desenvolve um maior desenvolvimento do que sobre a Terra, com isto constatamos que o que acelera os astros é a sua energia interna e impulsão pela radiação térmica e outras formas de energia produzida pelo astro.

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