terça-feira, 23 de junho de 2009

TEORIA DA DINÂMICA DO COSMO. Experiência.

O cosmo possui movimento translacional e rotacional, e o efeito Doppler registrado é uma aparência desta dinâmica, por isto que dá uma aparência de que todos estão se afastando da Terra. Como se nós estivéssemos no centro do cosmo. Se uma pessoa circular uma bola de fogo amarada num fio no escuro, veremos a diferença para o vermelho da luz, como é registrado no efeito Doppler.

O cosmo possui um afastamento, porém é ínfimo, imperceptível, que já foi calculado na [teoria do universo fluxonário] com menos de um metro ao ano para a terra em relação ao Sol.

SOBRE AS ÓRBITAS DOS PLANETAS.

Como já foi visto a inclinação e a excentricidade do planeta depende de energia e interações físicas. Representado por densidade e diâmetro. E a impulsão inicial do astro originador pela radiação, que também foi produzida pela interação física e energia, e o tempo que foi dada esta impulsão inicial, representada pela progressão de afastamento.

SOBRE A TRANSLAÇÃO DOS ASTROS.

Vê-se que cometas passam milhares de vezes mais próximos do Sol, e possuem aproximadamente a mesma velocidade de translação, isto pode ser comparado com o cometa Halley, e outros cometas. Isto prova que a translação e a órbita dos astros têm a haver com a sua origem, energia e as suas interações físicas.

OS PLANETAS E COMETAS NÃO SE PRECIPITAM EM DIREÇÃO AO SOL, E NÃO SE AFASTAM PARALELAMENTE SE ABRINDO EM DIREÇÃO AO INFINITO.

A energia liberada em forma de radiação produz a rotação, e que radiação e rotação deslocam translacionalmente o astro no espaço.

A TRANSLAÇÃO NASCE JUNTAMENTE COM O PRÓPRIO ASTRO. OU SEJA, ELE ANTES DE SER ASTRO JÁ SE ENCONTRA EM TRANSLAÇÃO.

Pois eles estão soltos no espaço, sem forças puxando, ou grandes ações impulsionando para fora, mas sim, eles desenvolvem um movimento circular e em volta do astro originador.

Isso prova porque a sua órbita e dinâmica é iniciada durante a sua origem de gases e poeiras e mantido pela sua energia e interações físicas, que tende a diminuir durante o processo de desgaste da energia e radiações no espaço.

E mesmo em uma galáxia em translação e rotação as órbitas das estrelas e planetas se mantêm e não se precipitam umas em direção à outra, pois estão todas soltas no espaço, e cada uma sendo regida pela sua origem de formação de energia e de interações físicas.

Vê-se que Plutão está muito distante de qualquer tipo de força e radiação do Sol, e desenvolve a sua órbita, logo a órbita e dinâmica tem haver com a sua origem de formação de energia, que é a energia interna, interações físicas e radiação.

Plutão está 100 vezes mais distante do que Mercúrio e possui uma velocidade de translação só 10 vezes menor, e possui praticamente a mesma massa, logo, os números não batem.

Porem se considerar a energia gasta por Plutão durante todo este tempo, confirmamos que ele só pode ter menos translação.

Outro ponto é que se existisse alguma força agindo a distancia, a órbita da Lua e dos satélites de Marte deveriam ter excentricidades acentuadas, ou mesmo não chegariam a translacionar em torno de seus primários.

Pois por estarem tão próximos do Sol, muito mais do que Júpiter e os outros planetas, eles sofreriam a ação da gravitação do Sol onde ficariam sempre paralelos ao Sol, e nós aqui na Terra sempre estariam num eclipse, e isso não acontece.

Logo, os astros estão soltos, e não existe nenhuma força determinando a órbita dos astros. Eles produzem órbita e dinâmica conforme a produção da sua energia.

Já foi calculado pela teoria da energeticidade e radiação, que a excentricidade e inclinações dos astros são produto da energia em processamento dos mesmos, e eles variam conforme a quantidade de produção da energia.

SOBRE A NÃO AÇÃO DE CAMPO GRAVITACIONAL.

Se existe ação em relação a distancia do Sol por campo gravitacional sobre o movimento do planeta Terra, esta ação seria equivalente sobre uma nave espacial ou satélite artificial, ou astronauta dentro ou fora de uma nave sobre a atmosfera da Terra ou no espaço, pois a ação que age sobre o planeta deveria ser a mesma, mas não é.

RELAÇÃO ENTRE ACELERAÇÃO DE PARTÍCULAS E DINÂMICA DE PLANETAS.

Existe uma relação entre o acréscimo de vibração de uma partícula, com a aceleração tanto de partículas quanto de astros, quando eles estão diante de acréscimo de temperatura ou outra forma de radiação. Como acontecem com as partículas, os planetas e cometas também variam os seus fenômenos internos e suas órbitas. como a variação de temperatura, vibrações interna, radiações, acréscimo de calor, luminescência, radiação, rotação, e outros fenômenos.

SOBRE O MOVIMENTO CURVILÍNEO.

Vê-se que todo movimento é curvilíneo, pois astros, galáxias, e partículas além de possuírem translação também possuem rotação, e toda rotação e por natureza é essencialmente curva e sobre o seu próprio eixo.

Logo o universo se encontra em movimento curvilíneo e variável conforme a sua variação de energia e interações físicas internas.

Uma partícula não apenas aumenta a aceleração com o aumento de temperatura, como também aumenta a sua rotação, variação, instabilidade, radiação, dilatação interna, pressão sobre algum recipiente, isto é visto nos gases, pulso no centro das partículas, e outros fenômenos. Isto se confirma com a termodinâmica.

Na pressão dos gases quando acrescidos de temperatura, na dilatação do ferro e nos aceleradores de partículas constatamos que a dinâmica do universo está relacionada com a energia, interações físicas, e temperaturas do próprio corpo.

SOBRE A PRESSÃO E VIBRAÇÃO INTERNA.

A pressão e vibração interna produzem deslocamento do corpo no espaço, independente de qualquer tipo de campo, e que ao mesmo tempo produz interações físicas aceleradas, radiação, etc., e isso também atua no seu deslocamento. E que é constatado com experiências em câmara de vácuo, em astronautas no espaço.

TEORIA GERAL DA UNIFICAÇÃO PELA ENERGIA E INTERAÇÕES.

A dinâmica e a unificação total dos fenômenos por interações físicas e radiação são provadas como uma partícula incandescente dentro de uma câmara de vácuo, onde a partícula ou gases vai produzir a sua própria aceleração.

Ou com a pressão dos gases, vemos que o movimento dos gases é aleatório e variável, porém sempre curvilíneo, onde ali serão produzidos alguns fenômenos da física, como, calor, radiação, campo, pulso quântico dentro das partículas, luz, rotação, movimento variável curvilíneo das partículas e pressão interna.

AÇÃO DA RADIAÇÃO SOLAR SOBRE AS ÓRBITAS DOS ASTROS.

A origem e a energia produzem a órbita e dinâmica dos astros, que se mantém através de suas interações físicas, representadas por diâmetro e densidade, e aumentam no periélio pela ação da radiação solar, ou do astro originador. A radiação solar também age sobre as marés.

E a translação dos astros é transversal ao primário, logo a gravitação não seria possível de ser o responsável pela dinâmica dos astros, pois é uma ação paralela.

UNIVERSO DINÂMICO POR ESSÊNCIA E NATUREZA.

A teoria de campos defende a inércia e não a dinâmica do universo, e não é difícil de ver que os astros se encontram em deslocamento, rompendo qualquer relação com repouso universal. Pois os astros são feitos de energia, e energia é dinâmica.

E toda rotação é curvilínea por natureza e essência, e com a gravitação é impossível de ser calculada, enquanto na teoria da energeticidade e radiação é calculado pela energia e pelo diâmetro.

A teoria das interações físicas e energia parte da origem do universo pelo espaço denso, formando a energia e a matéria, e toda causa vem de dentro da matéria e não de fora para dentro, onde todo universo materializado se unifica como um universo com produção própria, auto dinâmico, e que produz a sua própria causa. Que desde o micro físico, a cosmofisica e química estão relacionados, um atuando na produção do outro. POR ISTO QUE HÁ A UNIFICAÇÃO GERAL E TOTAL.

EXPLICAÇÃO PARA A CAUSA DA GRAVIDADE PELA ENERGIA, INTERAÇÕES E RADIAÇÃO.

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